Uma viagem a dois pode ajudar a alimentar o amor? Silmara Victal, que visitou o Maranhão este mês para comemorar seus 29 anos de casada, afirma que sim. “Todo ano fazemos uma viagem onde celebramos nossa união. Sempre acreditei que todo casal deva celebrar em um local longe de toda a rotina para manter e nutrir essa conexão”, defende.
O tempo de matrimônio de Silmara é mais do que o dobro da média nacional. De acordo com o levantamento mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre casamentos e divórcios no país, divulgado em fevereiro deste ano, o tempo médio de duração de casamentos foi de 13 anos em 2021.
Silmara e o marido, Marcos Teixeira, são de São Paulo e estiveram no Maranhão pela primeira vez. O itinerário da viagem contemplou a capital São Luís, a região mais central de Barreirinhas e o povoado Atins, destino onde decidiram investir um pouco mais de tempo por indicação de amigos.

“Nos surpreendeu ter encontrado hotéis bem estruturados e restaurantes bem charmosos de uma culinária muito saborosa e elaborada. Voltaríamos com certeza e até com meus filhos”, comenta a paulista sobre o vilarejo.
Atins é um lugar muito procurado por casais. Segundo dados obtidos através do Booking, uma das principais plataformas de reserva de hospedagens do mundo, mais de 60% das pessoas que buscam por hospedagem no vilarejo planejam viajar em casal.
Saulo Prazeres, sócio-administrador do hotel Vila Aty, que recebe casais e famílias em Atins, destaca alguns hábitos de consumo desse público.
“Além de visitar os Lençóis Maranhenses, curtir a praia de Atins e ter momentos de esporte e lazer na região, casais também procuram por uma boa infraestrutura hoteleira para usufruir de dias de descanso. Eles desejam experiências personalizadas, bom atendimento e boa culinária. Alguns exemplos de experiências procuradas por esse público são o pôr do sol nas dunas, jantares especiais e serviço de recepção romântica no quarto”, conta o empresário.
Silmara, com a bagagem de quem já celebra o relacionamento viajando há quase 30 anos, opina sobre o que não pode faltar em uma viagem de comemoração das bodas de casamento:
“Sossego e conforto. Não buscamos luxo, mas gostamos de lugares charmosos, que permitem que tenhamos contato direto com a natureza, e, ao mesmo tempo, os recursos necessários para aproveitá-los”.
Não apenas grandes marcos, como 25 ou 50 anos de matrimônio, possuem designação específica — nos casos citados, seriam bodas de prata e de ouro, respectivamente. Cada ano da união também tem o seu próprio nome. Silmara, por exemplo, comemorou bodas de erva.
Confira abaixo lista de bodas de casamento que vai de um ano até um século de matrimônio, segundo a revista iCasei.
1 ano de casados – Bodas de Papel
2 anos de casados – Bodas de Algodão
3 anos de casados – Bodas de Couro ou Trigo
4 anos de casados – Bodas de Flores ou Frutas
5 anos de casados – Bodas de Madeira ou Ferro
6 anos de casados – Bodas de Açúcar ou Perfume
7 anos de casados – Bodas de Latão ou Lã
8 anos de casados – Bodas de Barro ou Papoula
9 anos de casados – Bodas de Cerâmica ou Vime
10 anos de casados – Bodas de Estanho ou Zinco
11 anos de casados– Bodas de Aço
12 anos de casados – Bodas de Seda ou Ônix
13 anos de casados – Bodas de Linho ou Renda
14 anos de casados – Bodas de Marfim
15 anos de casados – Bodas de Cristal
16 anos de casados – Bodas de Safira ou Turmalina
17 anos de casados – Bodas de Rosa
18 anos de casados – Bodas de Turquesa
19 anos de casados – Bodas de Cretone ou Água Marinha
20 anos de casados – Bodas de Porcelana
21 anos de casados – Bodas de Zircão
22 anos de casados – Bodas de Louça
23 anos de casados – Bodas de Palha
24 anos de casados – Bodas de Opala
25 anos de casados – Bodas de Prata
26 anos de casados – Bodas de Alexandrita
27 anos de casados – Bodas de Crisoprázio
28 anos de casados – Bodas de Hematita
29 anos de casados – Bodas de Erva
30 anos de casados – Bodas de Pérola
31 anos de casados – Bodas de Nácar
32 anos de casados – Bodas de Pinho
33 anos de casados – Bodas de Crizo
34 anos de casados – Bodas de Oliveira
35 anos de casados – Bodas de Coral
36 anos de casados – Bodas de Cedro
37 anos de casados – Bodas de Aventurina
38 anos de casados – Bodas de Carvalho
39 anos de casados – Bodas de Mármore
40 anos de casados – Bodas de Esmeralda
41 anos de casados – Bodas de Seda
42 anos de casados – Bodas de Prata Dourada
43 anos de casados – Bodas de Azeviche
44 anos de casados – Bodas de Carbonato
45 anos de casados – Bodas de Rubi
46 anos de casados – Bodas de Alabastro
47 anos de casados – Bodas de Jaspe
48 anos de casados – Bodas de Granito
49 anos de casados – Bodas de Heliotrópio
50 anos de casados – Bodas de Ouro
51 anos de casados – Bodas de Bronze
52 anos de casados – Bodas de Argila
53 anos de casados – Bodas de Antimônio
54 anos de casados – Bodas de Níquel
55 anos de casados – Bodas de Ametista
56 anos de casados – Bodas de Malaquita
57 anos de casados – Bodas de Lápis Lázuli
58 anos de casados – Bodas de Vidro
59 anos de casados – Bodas de Cereja
60 anos de casados – Bodas de Diamante ou de Jade
61 anos de casados – Bodas de Cobre
62 anos de casados – Bodas de Alecrim ou de Telurita
63 anos de casados – Bodas de Sândalo ou de Lilás
64 anos de casados – Bodas de Fabulita
65 anos de casados – Bodas de Pérola Negra
66 anos de casados – Bodas de Ébano
67 anos de casados – Bodas de Neve
68 anos de casados – Bodas de Chumbo
69 anos de casados – Bodas de Mercúrio
70 anos de casados – Bodas de Vinho
71 anos de casados – Bodas de Zinco
72 anos de casados – Bodas de Aveia
73 anos de casados – Bodas de Manjerona
74 anos de casados – Bodas de Macieira
75 anos de casados – Bodas de Brilhante ou Alabastro
76 anos de casados – Bodas de Cipestre
77 anos de casados – Bodas de Alfazema
78 anos de casados – Bodas de Benjoim
79 anos de casados – Bodas de Café
80 anos de casados – Bodas de Nogueira ou Carvalho
81 anos de casados – Bodas de Cacau
82 anos de casados – Bodas de Cravo
83 anos de casados – Bodas de Begônia
84 anos de casados – Bodas de Crisântemo
85 anos de casados – Bodas de Girassol
86 anos de casados – Bodas de Hortênsia
87 anos de casados – Bodas de Nogueira
88 anos de casados – Bodas de Pêra
89 anos de casados – Bodas de Figueira
90 anos de casados – Bodas de Álamo
91 anos de casados – Bodas de Pinheiro
92 anos de casados – Bodas de Salgueiro
93 anos de casados – Bodas de Imbuia
94 anos de casados – Bodas de Palmeira
95 anos de casados – Bodas de Sândalo
96 anos de casados – Bodas de Oliveira
97 anos de casados – Bodas de Abeto
98 anos de casados – Bodas de Pinheiro
99 anos de casados – Bodas de Salgueiro
100 anos de casados – Bodas de Jequitibá
Neste mês de maio, comemoramos o Dia Internacional da Família (15), data que joga luz sobre a importância de cultivar o relacionamento entre os integrantes de uma família, independentemente de sua configuração. E uma maneira divertida de fazer isso é realizar uma viagem em família.

De acordo com a psicóloga Josane Lima, especialista em terapia analítico-comportamental infantil, viver novas aventuras em um local diferente pode favorecer a construção de boas memórias e contribuir para reforçar a conexão entre pais e filhos.
“Famílias que viajam fortalecem seu vínculo e o senso de pertencimento dos pequenos, apresentando o lar como algo que transcende os espaços físicos de convívio”, esclarece.
A experiência tende a gerar desejo e medo nos pais, pois a imprevisibilidade na rotina fora de um ambiente conhecido costuma trazer desafios próprios, comenta Josane. No entanto, esses desafios podem trazer muitos benefícios para as crianças.
“Viajar com os filhos pode ajudá-los a desenvolver uma série de repertórios de novos comportamentos, indo desde o planejamento com ajuda dos pequenos para passeios e afins, passando pela lida com pessoas e vivências novas, desenvolvendo o comportamento exploratório e a criatividade, a autonomia para cuidados do dia a dia que fogem das possibiliddes dos pais, até a habilidade de resolução de pequenos problemas”, explica a psicóloga.
Mesmo as ocasiões em que as coisas não ocorrem como o planejado criam oportunidades de aprendizado. “Pode ser importante para desenvolver a tolerância à frustração”, acrescenta.

A estoniana Kadi Pretyman, que vive no Brasil desde 2011, é mãe de um garotinho de dois anos de idade e observa esses ganhos na prática. “É uma experiência incrível para a família, aproxima muito, a criança desenvolve muito durante as viagens, elas aprendem tanto. Acho que é muito enriquecedor viajar com criança, realmente”, avalia.
Ela conta que, antes de o filho nascer, viajava mais e admite que hoje a experiência é diferente, já que a maior parte das viagens que ela realiza atualmente são pensadas para incluir o filho. Para isso, ela pesquisa sobre o destino e os passeios que podem ser feitos com a criança, e leva consigo medicamentos e outros itens que podem ser necessários para o pequeno.
No entanto, nem tudo são flores. Mesmo com todo o planejamento, também há dificuldades. “Na viagem, a gente costuma ficar em um quarto de hotel, um lugar menor, então é sempre um ajuste, fica tudo mais intenso. Mas é muito agradável também ter esses momentos diferentes com as crianças”, ressalta a estoniana.
E, com o tempo, a experiência de viajar em família vai se tornando mais fácil, é o que relata Kadi. “No início, eu ficava apavorada de pegar um voo diurno com o meu filho para o outro lado mundo, para a Europa. Mas tudo passa e sempre tem alguma maneira de contornar esses momentos difícieis”, garante.
Aventura em família nos Lençóis Maranhenses
Em novembro do ano passado, a família de Kadi visitou o vilarejo Atins, localizado no município Barreirinhas (MA), com a família e mais outro casal que tem uma filha pequena. Segundo a estoniana, todos conseguiram aproveitar muito a viagem e as crianças participaram de quase todas as atividades com os adultos.
“Eu acho que Atins é maravilhoso para crianças! Um charme estes bichinhos todos andando soltos lá, burros, vacas, galinhas, pintinhos. As crianças ficaram loucas com tudo isso! A praia é muito boa, porque a água é rasa, não tem onda”, detalha.
Kadi também comenta a experiência de conhecer as famosas lagoas dos Lençóis Maranhenses: “As crianças adoraram! As lagoas foram um grande sucesso”.
De acordo com Saulo Prazeres, sócio-administrador do Vila Aty, hotel situado em Atins, o passeio às lagoas é permitido para bebês que tenham a partir de seis meses de idade.

“A distância entre o vilarejo de Atins e o início das lagoas do Parque Nacional é de aproximadamente 15 a 20 minutos de carro. O caminho exige carro 4×4, mas um bom motorista garantirá o melhor percurso. Ao chegar nas lagoas e dunas, podem ocorrer ventos fortes e muito sol, por isso recomendamos proteção. No mais, é só tranquilidade”, orienta o empresário.
Outra dica compartilhada por Saulo para quem quer ir a Atins com criança é quanto ao meio de transporte escolhido para chegar ao vilarejo. “A partir da região mais central de Barreirinhas, o trajeto até o povoado pode ser realizado em lancha ou em veículo 4×4, mas a nossa recomendação é optar pela lancha. O percurso de lancha dura menos tempo, em torno de uma hora, e tende a ser com águas calmas”, diz.
Um levantamento divulgado pelo Observatório do Turismo do Maranhão mostrou o sucesso do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses entre usuários do Instagram, rede social de compartilhamento de fotos e vídeos.
De acordo com o Boletim do Turismo referente ao primeiro trimestre de 2023, os Lençóis e outros dois atrativos maranhenses com paisagem alcançaram, juntos, o percentual mais alto de publicações realizadas nos meses de janeiro a março na plataforma, utilizando os marcadores #maranhãodeencantos, #meumaranhao e #materradeencantos.
A gaúcha Bertha Anziliero, que aproveitou o feriado do Dia do Trabalho para conhecer o Parque Nacional com o namorado e amigos em uma viagem de seis dias, é só elogios ao destino. "Lugar mais lindo que já conheci! Em questão de beleza natural, nunca vi nada igual", avalia a turista.
A expectativa para ver de perto as dunas e lagoas dos Lençóis era alta, e a experiência não decepcionou. "Não choveu nem um dia e as lagoas estavam cheias. Foi perfeito! Água limpa e quente", detalha.
Ainda segundo o documento produzido pelo Observatório, as localidades que mais apareceram na pesquisa foram Barreirinhas, a capital São Luís — com o Centro Histórico e a Praia do Calhau — e o vilarejo Atins, que figura na listagem pela primeira vez desde que o boletim passou a ser publicado, no início do ano passado.
O povoado, situado no município Barreirinhas, é uma das principais portas de entrada para os Lençóis Maranhenses, e foi a escolha do paulista Dante Mazzoco para explorar a região pela primeira vez ao lado da esposa, durante o último feriado. "Um amigo nosso se hospedou em Atins e disse que era mais afastado, mais roots e autêntico", conta.
Atins também pode ser uma boa escolha para quem deseja ficar mais perto do Parque. "O vilarejo possui localização estratégica para conhecer os Lençóis, ficando a apenas 2,5 km de distância do início das dunas e lagoas", esclarece Saulo Prazeres, sócio-administrador do Vila Aty Lodge, hospedagem situada no povoado.
A partir de Atins, Dante visitou a Lagoa Bonita, a Lagoa Azul e também o Canto de Atins. Sobre o destino turístico, ele resume: "Lugar incrível que mistura praias, selva, dunas e lagoas. É muito impressionante a mistura de natureza que existe nesse lugar".
Já a mineira Michele Silva, que também escolheu Atins como base, optou por desbravar a região de uma maneira diferente. O que motivou a viagem foi realizar um trekking pelo Parque Nacional dos Lençóis, que permite conhecer lagoas que só são visitadas durante a caminhada.
"As lagoas são maravilhosas, cada uma com suas belezas. Adorei vir em maio, na baixa temporada. Não peguei nenhum dia de chuva e a minha viagem foi perfeita", afirma a turista.
O empresário Saulo Prazeres também recomenda o trekking em meio às dunas, mas alerta para a necessidade de o percurso ser realizado sob a supervisão de guias.
"É uma das travessias mais deslumbrantes e únicas da América do Sul. O roteiro mínimo é de três dias de caminhada, podendo se estender a até dez dias caso os viajantes queiram uma aventura mais longa, e precisa contar com o suporte de pessoas habilitadas para isso. No trajeto, os visitantes podem dormir em redários na casa de habitantes que moram nos Lençóis", explica Prazeres.
Lençóis
Com 155 mil hectares, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses é um dos destinos turísticos mais singulares do país. O lugar é apontado pelo The New York Times, um dos jornais mais reconhecidos do mundo, como um dos 52 destinos para conhecer em 2023, integrando uma lista seleta que contemplou apenas duas localidades brasileiras. Aparecendo na 11ª posição, ele é descrito pelo periódico como "antídoto contra a sensação claustrofóbica da era Covid".
Ir ou voltar de Barreirinhas em voo comercial pode ser um dos pontos altos de uma viagem pela região dos Lençóis Maranhenses. Isso porque o trecho entre a capital São Luís e o município possibilita uma visão panorâmica do Parque Nacional. Os voos são oferecidos pela Azul Conecta, companhia subsidiária da Azul, e ocorrem às quartas, sextas e domingos.
“Esse voo deveria entrar na lista dos top 10 voos para se fazer antes de morrer. É realmente uma experiência inesquecível. Apesar de fazer esse voo todos os meses, a sensação é a de ser o primeiro, pois nunca, de verdade, é o mesmo Parque”, avalia o consultor Léo Marques, que viaja para Barreirinhas com frequência devido ao trabalho.

Além da paisagem deslumbrante, outra vantagem é a redução do tempo de deslocamento. Pelo ar, a viagem dura uma hora ou menos. Por terra, leva quatro horas, em média, dependendo do tipo de transporte, que pode ser carro, van ou ônibus de linha.
“Para mim, é uma economia de tempo. Quando faço essa viagem através de voo, consigo ser mais produtivo, pois é bem rápido. Em 45 minutos chego em Barreirinhas. Se for de carro, levo pelo menos quatro horas”, revela o consultor.
De acordo com o empresário Saulo Prazeres, sócio-administrador do Vila Aty, hotel localizado no povoado Atins, em Barreirinhas, a maior rapidez no trajeto traz mais comodidade principalmente para quem se hospeda no vilarejo, já que, mesmo após desembarcar no aeroporto do município, ainda é necessário mais um deslocamento pelo rio ou por terra para chegar a Atins.
“Chegando em Barreirinhas, o viajante pode seguir para Atins de lancha, um trajeto que dura mais ou menos uma hora, ou em veículos 4×4, que leva de uma hora e meia a duas horas. Quem vai de avião a Barreirinhas e segue para Atins utilizando outros meios de transporte gasta menos tempo se locomovendo e pode chegar ao vilarejo mais descansado”, detalha Saulo.

Além da opção de lancha compartilhada, também é possível chegar ao povoado em lancha privativa, o que pode tornar o deslocamento em uma experiência mais proveitosa.
“O caminho é cercado pelas belezas naturais do rio Preguiças, dos mangues, dos pássaros, da praia do Caburé. E o nosso serviço de transfer em lancha privativa transforma o percurso em um passeio com paradas em Vassouras e oásis dos pescadores. Indicamos para quem quer mais conforto e otimização do tempo e do trajeto”, recomenda o sócio-administrador do Vila Aty.
Os voos regulares para Barreirinhas ocorrem às 15h, partindo do Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado, em São Luís. No sentido contrário, a saída acontece às 13h10, do Aeroporto Regional de Barreirinhas.
A Azul Conecta opera com aeronave modelo Cessna Gran Caravan, um turboélice regional monomotor com capacidade para até nove passageiros e dois tripulantes, sem toalete de bordo — o que pode não ser um inconveniente, já que o trajeto é curto.
A subsidiária é a única a oferecer rotas regulares no município. Futuramente, a previsão é que a companhia aérea Gol também passe a operar no local com um voo direto entre São Paulo e Barreirinhas, conforme anunciado pelo Governo do Maranhão em janeiro deste ano.
Rita de Sousa, conhecida como tia Rita, reside no povoado Atins desde 1958 e, em 1999, bem antes do fortalecimento do turismo no local, decidiu alugar um quarto de sua casa para os viajantes, que apareciam em menor quantidade na época. “Eu fui a primeira”, afirma Rita sobre o meio de hospedagem fundado por ela e que, com o aumento gradativo da demanda, cresceu e passou a contar também com agência para realização de passeios na região.
Casada com pescador, ela relata que a pesca deixou de ser o principal trabalho desenvolvido no vilarejo, dando lugar às atividades relacionadas ao turismo. Ela avalia a mudança como positiva e enxerga no movimento turístico um importante fator para o desenvolvimento da região. “A tendência é melhorar a cada dia”, comenta Rita.
Além de criar mais oportunidades para geração de renda, o turismo também foi responsável pelo aumento dos postos de trabalho no povoado. Por outro lado, há escassez de mão de obra local qualificada para exercer funções específicas, o que pode dificultar a inclusão da comunidade local em empreendimentos ligados à cadeia produtiva do turismo.
Segundo o empresário Saulo Prazeres, sócio-administrador do Vila Aty Eco Lodge, em Atins, investir na capacitação das equipes é fundamental para aumentar a empregabilidade de quem vive na região.
“Mais de 90% das pessoas que trabalham no hotel são da região. Algumas delas precisaram aprender do zero devido à falta de conhecimento sobre a atividade que passariam a realizar, por isso investimos muito em treinamentos. E, para além da responsabilidade social, que é um compromisso nosso, é importante para nós e para quem se hospeda conosco a experiência de poder conhecer mais sobre a cultura local diretamente com as pessoas que fazem parte da comunidade”, esclarece o empresário.
Ilton Silva, que trabalha no Vila Aty há mais de dois anos como garçom e barman, conta que já tinha um pouco de conhecimento sobre essas atividades antes de ser contratado pelo hotel, mas pôde se aperfeiçoar com as capacitações promovidas pelo meio de hospedagem.
“O Vila Aty trouxe vários treinamentos. Venho me desenvolvendo bastante em questão de atendimento”, assegura Ilton, que também apontou o aumento das oportunidades de trabalho como o maior ponto positivo do crescimento do turismo em Atins. “A gente não precisa sair daqui para ir para outro lugar trabalhar”, reflete.
Assim como outras práticas sustentáveis — a exemplo das relacionadas a questões ambientais —, a preocupação com o desenvolvimento regional e das comunidades é hoje uma das tônicas em empreendimentos responsáveis. “Temos consciência de que as nossas ações enquanto empresa geram impactos sociais, por isso trabalhamos para fazer com que eles sejam positivos”, afirma Saulo.
O Vila Aty Eco Lodge é um ponto de contato com a natureza e cultura do povoado Atins (Barreirinhas/MA), oferecendo imersão e experiências para quem deseja relaxar e se aventurar na região dos Lençóis Maranhenses. O hotel dispõe de excelente estrutura, espaço integrado à natureza, equipe composta majoritariamente por pessoas da comunidade local e uma cuidadosa curadoria de atividades pensadas por quem conhece o lugar.
Antes de se consolidar como destino turístico, o vilarejo Atins já era popular entre os praticantes de kitesurf, esporte aquático que permite velejar sem barco, utilizando apenas uma prancha e uma pipa (ou kite, em inglês).
Um dos motivos que fazem o povoado ser considerado um dos melhores lugares do Brasil para o esporte são os ventos fortes e constantes da região.
“É um lugar bem incrível! Acho que todo mundo deveria ir para provar o kite lá, que é uma coisa bem diferente de velejar em outros lugares”, avalia Mikaili Sol, hexacampeã mundial de kitesurf.
A jovem atleta cearense — que cresceu vendo o pai maranhense praticando o esporte — esteve em Atins em setembro de 2020 e, atualmente, se prepara para disputar o circuito mundial da GKA (Global Kitesports Association) na categoria Freestyle.
Os ventos favoráveis, no entanto, não são a única razão pela qual o povoado atrai kitesurfistas profissionais e amadores de várias partes do Brasil e do mundo.
Segundo o empresário Saulo Prazeres, maranhense apaixonado pelo esporte, o local possui ainda outros atributos que o tornam ideal para o kite.
“Quando a maré está baixa, o velejador tem águas rasas e calmas, propícias ao aprendizado. Além disso, há um canal que liga o rio Preguiças ao mar, sendo um atrativo para curtir grandes ondas no mar e também fazer downwind [travessia a favor do vento] com paisagens paradisíacas na região dos Lençóis Maranhenses”, descreve Saulo.
O kitesurf o levou a ter seu primeiro contato com o povoado, há mais de 10 anos, e também foi uma de suas principais motivações para empreender em Atins, fundando o hotel Vila Aty, do qual é sócio-administrador.
“Conheci o vilarejo de Atins em 2009 vindo de uma kitetrip que partiu de Tutoia. Uma chegada ao pôr do sol, a praia estava linda. Foi nesse momento que escolhi Atins para iniciar a jornada no turismo”, relembra o empresário.
Passar o dia na praia de Atins velejando entre o rio e o mar, fazer downwinds de 15 a 25 km partindo da praia do povoado até o Canto do Atins, e o velejo em uma das lagoas dos Lençóis — que é liberada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) para a prática do esporte — são algumas das atividades que Saulo recomenda aos kitesurfistas que estiverem visitando a região.
Ainda de acordo com ele, a melhor época para velejar são os meses de julho a dezembro, quando os ventos ficam mais fortes.
Situado no município de Barreirinhas (MA), o povoado Atins é uma das principais portas de entrada para conhecer o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses.
Apesar de ser um dos destinos mais remotos e isolados do Maranhão, possui localização estratégica para conhecer o Parque, ficando à distância de apenas 2,5 km do início das dunas e lagoas dos Lençóis.
O acesso a esse local de natureza preservada pode ser feito a partir do centro de Barreirinhas em veículo 4×4, percorrendo trilhas de areia, ou em lancha, pelo rio Preguiças.

Julho, mês das férias escolares, chegou e, com ele, vem a dúvida sobre como entreter os filhos e também aproveitar ao máximo esse período ao lado deles. Uma boa escolha pode ser viajar em família. Para isso, não é necessário ir muito longe. Atins, vilarejo pé na areia na região dos Lençóis Maranhenses, reúne lagoas e praia com águas calmas em um só lugar.
Situado a pouco mais de 280 km da capital São Luís, Atins é um povoado que pertence ao município de Barreirinhas (MA). Apesar de ser um dos destinos mais remotos do estado, o vilarejo tem localização estratégica para desbravar os Lençóis, já que fica a apenas 2,5 km do início das dunas e lagoas do Parque, e possui ótimas hospedagens e restaurantes.
A partir de São Luís, é necessário percorrer cerca de 260 km até o município de Barreirinhas de carro, ônibus ou van. O trajeto leva, em média, quatro horas para ser percorrido. Também é possível fazer esse trecho em aeronave, com saída do aeroporto de São Luís e chegada ao de Barreirinhas. A viagem dura cerca de uma hora.
O restante do percurso até o povoado pode ser feito em veículo 4×4 por trilha de areia, com duração de uma hora e meia a duas horas, ou em lancha pelo rio Preguiças, transporte que leva aproximadamente uma hora para chegar ao vilarejo. Para quem viaja com crianças, a recomendação é optar pela lancha.
"Além de mais rápido, o trajeto de lancha tende a ser mais tranquilo, com águas calmas. A água pode ficar um pouco mais agitada em alguns trechos, formando pequenas marolas, mas nada que cause preocupação", explica Saulo Prazeres, sócio-administrador de um hotel em Atins, que conhece bem a região.
O empresário também explica que, mesmo que a lancha possua cobertura, há pontos onde o sol pode incidir sobre as pessoas, por isso ele orienta utilizar protetor solar e acessórios que ajudem a bloquear os raios solares.
"Também há bastante vento durante o percurso, por isso pode ser interessante utilizar algum tipo de coberta, como uma toalha, por exemplo, para proteger as crianças da ação do vento", complementa.
Uma dúvida comum nas viagens com os pequenos, de acordo com Saulo, é sobre a idade mínima para fazer os famosos passeios às lagoas do Parque. Ele esclarece que bebês a partir de seis meses podem participar da experiência.
"As lagoas mais próximas de Atins ficam a apenas 15 ou 20 minutos de carro. O caminho exige que o carro possua tração nas quatro rodas, mas um bom motorista vai garantir o melhor percurso. Ao chegar às lagoas e dunas, podem ocorrer ventos fortes e muito sol, por isso recomendamos proteção para a sua criança. No mais, é só tranquilidade", garante.
O vilarejo dispõe ainda de praia muito frequentada por kitesurfistas, que aproveitam a temporada dos ventos para praticar o esporte, e também por outros públicos, incluindo crianças, que podem usufruir de banhos refrescantes e seguros em suas águas calmas.
"É interessante selecionar uma hospedagem próxima à praia do Atins, pois, assim, dá para acessar a praia em poucos minutos, quantas vezes quiser, e também retornar rapidamente ao hotel, caso seja necessário, até mesmo caminhando. Quem preferir ir a pé deve escolher um horário com sol mais ameno, pois a areia fica bem quente", aconselha Saulo.
As ruas de areia do povoado, consideradas um charme à parte pelos turistas, também não são um obstáculo para quem viaja com crianças e precisa se deslocar pelo vilarejo. Dentro de Atins, o transporte é feito em jardineiras (veículos 4×4) e quadriciclos, inclusive na modalidade quadritáxi.
Algumas hospedagens oferecem gratuitamente aos seus clientes esse serviço de deslocamento interno no povoado, e também equipamentos de lazer e atividades de recreação para os pequenos.
"Caso decida viajar com seu bebê ou criança para Atins, leve protetor solar, repelente, camisa UV e medicamentos básicos para uma eventual emergência. Segurança nunca é demais, por isso evite grandes emoções e procure sempre agências autorizadas", finaliza o empresário.
Na vila de pescadores em Atins, que pertence ao município de Barreirinhas, na região dos Lençóis Maranhenses, um projeto social tem proporcionado educação não formal, de forma gratuita, a crianças do vilarejo durante o contraturno escolar.
Chamado 'Peixinhos da Areia', o projeto promove vivências culturais e aprendizados através de atividades lúdicas. A proposta é receber crianças cujos responsáveis trabalham fora de casa durante o dia para que eles possam exercer suas funções confiantes de que os pequenos estão em um ambiente seguro e produtivo.
"Comecei a pensar como era a vivência das crianças aqui e percebi que não havia muitos espaços pensados para elas", relembra a pedagoga Helena Guimarães, responsável pela iniciativa que já funciona há quase um ano no espaço da Associação de Moradores de Atins, de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h.

Saulo Prazeres, sócio-administrador do Vila Aty, hotel de Atins que é parceiro do projeto, considera a iniciativa importante para a educação e socialização das crianças do povoado.
"Supre essa necessidade de formação e também recreação no vilarejo de Atins, onde só há uma escola e os pais precisam sair para trabalhar, mas, às vezes, não têm com quem deixar os filhos", avalia o empresário.

Hildeth Diniz, avó de Eline, de 7 anos de idade, e de Eliza, de 10, trabalha em uma pousada da região e, antes, precisava pagar a uma pessoa para ajudar as netas com as atividades passadas pela escola. Hoje ela diz que não tem mais esse gasto, pois as meninas têm auxílio das educadoras do projeto nas lições de casa.
"Para mim está sendo maravilhoso", afirma.
O Peixinhos da Areia é sustentado principalmente pelas doações feitas por amigos e familiares da equipe que compõe o projeto, o que corresponde a 57% dos recursos financeiros recebidos, e contribuições de alguns empreendimentos locais, como alojamentos e restaurantes, que respondem por 35% dos aportes.
Além da ajuda em dinheiro, os meios de hospedagem que apoiam o projeto também colaboram compartilhando espaço ou outros recursos do estabelecimento em ações específicas.
"Já fomos tomar café da manhã no hotel, lanche da tarde. Às vezes, quando vamos fazer passeio e precisamos de um carro, verificamos se tem algum disponível para levar as crianças", conta Helena.
De acordo com a idealizadora, o projeto beneficia muitas famílias que trabalham em empresas instaladas no vilarejo. Apesar disso, a iniciativa conta com a participação de poucos estabelecimentos, um cenário que ela espera ser modificado no futuro.
Atualmente, o Peixinhos da Areia atende cerca de 30 crianças e dispõe de duas educadoras, mas também busca voluntários da comunidade que possam colaborar para a diversificação das atividades.
"Vai ter aula de cerâmica, de desenho, de inglês. Também queremos oferecer um curso de computação e inclusão digital para as crianças", explica a pedagoga.
Localizado em Atins, vilarejo de Barreirinhas, um dos principais pontos de base dos Lençóis Maranhenses, o Vila Aty Eco Lodge anuncia investimentos robustos em sua estrutura. Além de dobrar seu número de acomodações, o empreendimento também promoverá melhorias e expansão em seu equipamento de lazer. As mudanças vêm de encontro com a alta demanda por hospedagens e visa elevar a presença da propriedade no mercado.
O projeto foi divulgado em abril, em evento realizado em São Luís. Atualmente com 10 acomodações, o Vila Aty passará a disponibilizar 20 UHs a partir de junho deste ano. Em entrevista ao Hotelier News, Saulo Prazeres, sócio-administrador do hotel, conta que o investimento final por quarto será na casa dos R$ 250 mil.
“Quando abrimos o hotel, em setembro de 2020, já existia a intenção de expandir. Com a boa aceitação do público, recebemos muitos feedbacks de agentes e operadores parceiros que encontravam dificuldades em conseguir vagas, o que acelerou o processo de crescimento”, explica Prazeres.
A partir do dia 15 de junho, o Vila Aty passa a receber hóspedes em suas novas acomodações. O empreendimento, que tem o empresário Jethro Raposo como sócio, ainda ganhará uma segunda piscina de 20 metros (m) com hidromassagem, um segundo bar, quadra poliesportiva, playground e programação de recreação para crianças.
Na Gastronomia, o restaurante Okarú entra em operação este mês, com serviços também para o público externo. Essa reestruturação está sendo capitaneada pelo chef Wagner Velasco, profissional com mais de 20 anos de experiência na cozinha contemporânea.
“Antes, não havia uma estruturação de divulgação do restaurante. Agora, com um chef renomado e menu direcionado, vamos investir nesse reposicionamento. Nossa meta é aumentar em até 150% a receita de gastronomia, pois teremos o dobro de quartos”, complementa Prazeres.
O Vila Aty também implementou um serviço de concierge, trazendo novas experiências, como jantares românticos, pôr do sol nas dunas, pescaria, entre outras atividades.
UHs estarão disponíveis a partir de junho
As novas acomodações devem trazer um incremento de até 12% na diária média atual do hotel, além do acréscimo de serviços na hospedagem. “Teremos adega de vinho, comando de voz via Alexa, entre outras novidades que diferenciam nossas UHs”, salienta Prazeres.
Ao contrário de grande parte do Nordeste, a alta temporada dos Lençóis Maranhenses acontece entre junho e agosto, quando a ocupação chega a 98%. Entre setembro e outubro, o indicador cai para 88%. “Em novembro e dezembro, começa a temporada de kitesurf, que gera 80% de ocupação. É um nicho de turismo forte que se estende até janeiro”, explica o executivo.
Em fevereiro, com a chegada das chuvas, a demanda mingua para 65%. No mês de março, o Vila Aty fecha as portas para manutenção. “Em abril, as lagoas começam a encher e a expectativa é fechar em 60% de ocupação”, adianta o sócio-administrador.
Para os meses de junho, julho e agosto, Prazeres revela que a ocupação já atingiu sua capacidade máxima. O executivo ressalta que o Vila Aty recebe até 35% de hóspedes europeus nas épocas tradicionais para a prática de kitesurf, mas que em linhas a ocupação é majoritariamente composta por turistas brasileiros.
“Estamos apostando em famílias com crianças para quebrar o paradigma de que vir a Lençóis é difícil. Oferecemos lancha privativa para os hóspedes conhecerem as lagoas de forma personalizada, seguindo os horários de acordo com a preferência do cliente e possibilidade de pesca no trajeto”, finaliza Prazeres.
Viajar é uma boa maneira de recarregar as energias — e isso pode servir também para relacionamentos. No Maranhão, o povoado Atins, localizado no município Barreirinhas, é um destino muito procurado principalmente por casais. Segundo dados da plataforma Booking, 67,77% das pessoas que buscam por hospedagem no vilarejo planejam viajar em casal, 14,56% com a família, 10,92% em grupo e apenas 6,75% sem companhia.
Sem considerar destinos, apenas hábitos dos viajantes, um levantamento da Opinion Box mostrou que 24% dos brasileiros costuma viajar em casal (namorados ou cônjuges), ficando atrás apenas dos que vão acompanhados da família, que representam 55%. Conhecer ou revisitar destinos sozinho ou com amigos foi a opção de 11% e de 9% dos entrevistados, respectivamente, o que demonstra a preferência do brasileiro por viajar em boa companhia.
Se o objetivo for cultivar o relacionamento em uma viagem a dois, alguns detalhes podem ajudar a aproximar ainda mais o casal. “Além de escolher uma acomodação que possa fornecer conforto e privacidade, serviços como o special welcome no quarto — que inclui ambientação romântica, espumante, frutas e chocolates — e jantar romântico no gazebo do hotel podem tornar a viagem mais intimista e memorável”, sugere Saulo Prazeres, sócio-administrador do hotel Vila Aty, em Atins.
Para explorar o que a região tem a oferecer, o visitante também pode optar por uma experiência diferenciada nos Lençóis Maranhenses. “O piquenique ao pôr do sol nas dunas é algo fantástico e único”, assegura o empresário.
Claudiane Arevalos, turista do Pará, visitou em fevereiro o vilarejo ao lado de seu marido e sogra, e conta ter ficado encantada com o pôr do sol no Parque Nacional. “Foi uma experiência maravilhosa, espetacular! Quando vi aquele pacote no hotel achei super diferente, super inteligente”, avalia.
Além disso, quem pretende visitar o vilarejo já no mês de abril poderá se refrescar no Poço Verde e na Cachoeira do Bonzinho, e também participar de pescaria.
“Atins é abençoado por estar circundado pelo Rio Preguiças, manguezais, igarapé e mar. Isso permite uma vida marinha ativa. Os visitantes podem participar de uma pescaria mais profissional, que pode levar o dia inteiro, ou artesanal, que é conduzida por um nativo da região e dura de 2 a 3 horas. Além de estar a 10 minutos das lagoas do Parque Nacional”, explica Saulo.
A partir do mês de maio, é possível desfrutar de passeios com banho nas águas calmas e cristalinas das lagoas dos Lençóis Maranhenses.
