Contato

Estamos a disposição, responderemos
assim que possível

Olá leitores, vamos compartilhar com vocês nossa percepção sobre uma questão muito comum, especialmente para os papais e mamães: é possível levar crianças para Atins? Dá pra curtir as lagoas? E o caminho para chegar não é muito "hard"?

Bom,  o que iremos escrever sobre esse tema é baseado em experiências vividas por hóspedes, colegas e familiares conhecidos, ou seja, não é uma verdade absoluta, mas sim um compartilhando de cases reais.

Primeiramente, devemos informar que Atins é um local remoto, consequentemente o acesso não é simples e há falta de recursos no vilarejo, como ausência de hospital, farmácias e cobertura telefônica. Portanto, nossa recomendação é que analisem com calma a decisão de viajar ou não com crianças.

A primeira pergunta é: O caminho entre Barreirinhas e Atins, é tranquilo? A resposta é SIM, mas dependerá do meio de transporte escolhido. A partir de Barreirinhas o trajeto poder ser realizado de lancha ou veículo 4x4. Nossa recomendação é que o trajeto seja realizado de lancha. Por que? O percurso de lancha dura 60 min e tende a ser com águas calmas . Há alguns trechos que o rio fica com a água mais agitada formando pequenas marolas, mas nada que leve a alguma preocupação. Os cuidados que devem ter com as crianças são:

 

Pergunta número dois: Dá pra fazer passeios para as lagoas dos lençóis maranhenses com criança de 01 ano? A resposta é sim, inclusive pode ir a partir de 06 meses.

A distância entre o vilarejo de Atins e o início das lagoas do parque nacional dos lençóis maranhenses é de aproximadamente 15 a 20 minutos de carro. O caminho exige que o carro seja traçado de 4x4, mas um bom motorista garantirá o melhor percurso. Ao chegar nas lagoas e dunas, pode ocorrer ventos fortes e muito sol, por isso recomendamos proteção para a sua criança.  No mais é só tranquilidade!!

Por fim... E lá em Atins dá pra passear até a praia? As ruas são de areia, dá pra levar o bebê? Tranquilamente a resposta é sim. Em Atins, as pousadas oferecem serviço de traslado em carros 4x4 e essa é uma opção para se deslocar para praia, restaurantes e bares. Também há famílias que caminham até a praia com as crianças. Nesse caso, recomendamos escolher um horário com sol mais baixo, pois a areia fica bem quente.  Para aqueles adultos que tem habilidade para pilotar quadriciclo, essa é mais uma opção para deslocamento dentro do vilarejo.

Caso decida levar seu bebê/criança para Atins, recomendamos que leve protetor solar, repelente, camisa UV e medicamentos básicos para uma eventual emergência. Segurança nunca é demais, por isso, evite grandes emoções e procure sempre agências autorizadas.

Caso deseje mais informações sobre sua ida até Atins, entre em contato com a central de reservas da Vila Aty e esclareça todas as suas dúvidas: reservas@vilaaty.com.br / +55 (98) 98535-8100

 

Até Atins!

Atins tem atraído profissionais do mundo da culinária nacional e internacional. Alguns estiveram passeando por ali e resolveram ficar para empreender e ofertar esse serviço na região de Atins / Lençóis Maranhenses.

Atualmente há opções para diversos gostos. Restaurantes que oferecem comidas regionais, frutos do mar, italiana, natural e hamburguerias. Abaixo listamos algumas opções de restaurantes que devem ser incluídos no roteiro do visitante:

 

 

-> Petiscos: camarão assado com chips de batata doce;

-> Entrada: ceviche de pescada e steak tartare;

-> Prato principal: papelote de pescada com risoto de manjericão e camarão empanado com vinagrete de manga;

-> Para compartilhar: carneiro ao leite de côco e sinfonia do mar (arroz de frutos do mar);

-> Sobremesa: cocada de forno com sorvete de tapioca.

Link para o menu do Restaurante Aty:   https://qrfacil.me/QDzlIUMl

Aos sábados há música ao vivo e a noite da pizza.

Localização: Vila Aty Lodge  /   Contato: (98) 99110-4819

 

 

 

 

Outras opções: jungle burguer pra quem busca um ambiente descolado e um bom hamburguer. Urra Beer, Restaurante da Lagoa do Vento, Bar.Co, Cabana Lar Doce Mar e Restaurante do Rico são outras opções bem legais em Atins. Vale citar que diversas pousadas possuem restaurante próprio e também são opções na região.

Visite Atins e aproveite para curtir as indicações de "onde comer em Atins"

 

Vila Aty

11/11/2021

Atins vem se destacando por ser um destino que apresenta opções e novidades a cada temporada. A influência da natureza é percebida de forma intensa e com muita dinâmica por quem frequenta a região. Rio, mar, dunas, lagoas, vegetação e fauna compõem um mix que garante experiências marcantes para o turista.

Muitas pessoas perguntam: e na época das chuvas, como é Atins? O que tem pra fazer? Vale a pena?

Primeiramente é importante esclarecer que cada visitante ter um perfil específico. Há pessoas que preferem a viajar somente na alta temporada, outras preferem a calmaria, outras não curtem esportes com muito sol, e por aí vai.

Fevereiro a Maio é certeza que ocorrerão pancadas de chuva em Atins. As chuvas são importantes para garantir um bom volume d´agua nas lagoas do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. Com as chuvas, o cenário do vilarejo muda, especialmente pelas ruas de areia que ficam alagadas. Mas vamos a principal pergunta: tem algo pra fazer em Atins?

A resposta é sim. Vamos aos fatos:

 

 

 

 

 

 

 

 

Como afirmamos no início do texto, Atins é rico da natureza que por ali se faz presente. Opções não faltam e ao longo do ano inteiro é possível curtir diferentes paisagens, esportes e novas descobertas. Qual será a nova atração para o ano que vem?

 

A Vila Aty está a disposição para organizar sua experiência em atins

(98) 98535-8100 /  email: reservas@vilaaty.com.br

 

 

Viajantes, essa é uma pergunta poderosa, pois aqui reunimos um mix de situações, gostos e estações. Atins é um local que carrega uma raiz relacionada ao kitesurf, pois os turismo despontou nessa região devido as perfeitas condições da natureza para prática desse esporte. Exemplo disso é que em 2008 os atuais proprietários da Vila Aty passaram a frequentar Atins devido sua relação com o esporte. Ou seja, falar de Atins é lembrar de Kite.

Mas com o avanço do turismo percebeu-se que geograficamente Atins tem uma excelente condição para visita das lagoas dos Lençóis Maranhenses, pois ao chegar em Atins estamos praticamente dentro do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, e com aproximadamente 20 min de deslocamento em um veículo 4x4 chegamos às primeiras dunas dos Lençóis Maranhenses. Que maravilha, hein?

Além disso, outros atrativos foram se conectando em períodos que antigamente considerávamos "baixa temporada" e hoje já podemos considerar "média temporada", tais como: visita a cachoeira do bonzinho, poço verde, prática de esportes como caiaque, wakeboard e pescaria.

Ou seja, a melhor época para ir a Atins é uma resposta que pode ser "depende do perfil do visitante" ou "ao longo do ano todo".

Mas vamos esclarecer as principais atrações por período.

Janeiro: é um período que pode haver algum vento para prática de kitesurf, mas não é certeza, pois há início de chuvas na região. Inicia-se a possibilidade de pesca e as trilhas de quadriciclo para farol de Mandacaru e Caburé estão divertidas, pois começam a formas as primeiras poças de água para trilha. Outros esportes passam a ser praticados na praia de Atins.

Fevereiro: período muito semelhante com janeiro, mas a partir do avanço das chuvas é possível conhecer a Cachoeira do Bonzinho, mas isso dependerá das chuvas.

Março: Cachoeira do Bonzinho e Poço verde. As lagoas estão enchendo com a águas da chuvas. Ainda não é o período para visitar as lagoas. A cidade de Atins fica perfeita para uso de quadriciclos e trilhas com guias locais, pois há acumulo de água das chuvas nas ruelas do Vilarejo.

Abril a maio: dependendo de como foi o período de chuvas podemos iniciar a visita as lagoas. Em abril de 2021, as lagoas já estavam com bom volume d´agua para visitação. Em Atins, iniciamos as trilhas de quadriciclo para os Pequenos Lençóis e Caburé. Visitas a Cachoeira do Bonzinho é a escolha certa. Pescaria em Atins é uma excelente pedida

Junho: Pico de beleza das lagoas. Excelente período para visitar as lagoas e Atins. Trilha de quadriciclo para Mandacaru e Pequenos Lençóis. Pôr do sol nas dunas é uma pedida imperdível!

Julho, Agosto, Setembro: Pico de beleza das lagoas e início do período de vento para Kite. Atins está com muitas programações nos bares e restaurantes. Trilha de quadriciclo para Mandacaru e Pequenos Lençóis.

Outubro: As lagoas estão boas para visitação. Período de ventos está ótimo. Trilha de quadriciclo para Mandacaru e Pequenos Lençóis.

Novembro: Continua excelente para kitesurf. Pôr do sol nas dunas é uma boa pedida para o período. Trilhas de Quadriciclo são boa opção também.

Dezembro: Ainda é período de Kitesurf. Pôr do sol nas dunas continua em alta. Trilhas de Quadriciclo são boa opção também.

Entre em contato conosco para conhecer mais dessas experiências. A Vila Aty conta com agência especializada para te proporcionar os melhores passeios

Reservas para hospedagem: + 55 (98) 98535-8100

Reservas para passeios: + 55 (98) 99118-1709

Matéria super completa da repórter fotográfica, Monique Renne, sobre os Lençóis Maranhenses no site do Melhores Destinos.

Há dicas sobre Atins, Santo Amaro e Barreirinhas.

Confiram!

 

https://www.melhoresdestinos.com.br/lencois-maranhenses-dicas-viagem.html

Trekking nos Lençóis Maranhenses, a experiência que refresca a alma

 

É comum as pessoas perguntarem: qual o melhor passeio para conhecer o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses? E essa é uma pergunta que a resposta não é exata, pois depende do perfil do turista, da disponibilidade de tempo, objetivo do passeio, entre outros fatores.

Há 11 anos frequento a região de Atins Maranhão, que pude conhecer graças ao Kitesurf, e durante esse período tive o prazer de experimentar boa parte dos passeios oferecidos na região, assim como desbravar outros que somente os "caiçaras" (nativos da região) podem apresentar. Apesar de conhecer bem o vilarejo de Atins, ainda não conhecia os lençóis maranhenses com a profundidade que esse local merece. Buscava algo da forma mais natural possível e sem pressa. Precisava fazer o trekking.

Primeiramente contactei um guia com experiência na região (@nonato_atinsguia_de_trekking) e planejamos o roteiro de acordo com minha disponibilidade de tempo. Decidi que realizaria a travessia no mês de julho, partindo de Atins com destino a Santo Amaro no Maranhão.

 

Planejamento

Na verdade, tentei não me planejar tanto, tinha em mente que gostaria de viver a experiência sem pressa. Meu objetivo não era chegar ao ponto final e sim aproveitar ao máximo para conhecer cada detalhe dos lençóis maranhenses, os segredos das dunas e lagoas, refletir sobre a vida e depois compartilhar essa experiência com vocês  =)

Durante o planejamento algumas dúvidas rondavam minha cabeça. Compartilho com vocês o meu ponto de vista sobre essas curisiodades.

 

É preciso comprar equipamentos específicos para fazer a travessia?  

A resposta é nao. Aliás, adquiri uma camisa manga comprida UV e um chapéu com protetor de pescoço/nuca (custou 10 reais no centro comercial). Os demais itens que levei foram: uma mochila de trilha (marca Quechua - 30 litros), óculos de sol, protetor solar, protetor labial e uma sandália havaiana. Sobre as roupas, levei 02 bermudas e 02 camisetas (dica 1: ao chegar na sua hospedagem, lave sua roupa. Dica 2: quanto menos peso na mochila, melhor)

 

Tenho medo de passar fome e sede. Há esse risco?

A experiência que tive foi muita tranquila nesse quesito. A recomendação do guia: levar frutas que não estragam e uma média de consumo de 03 a 4 frutas por dia de caminhada (levei 04 maçãs, 04 tanjas e 04 bananas). Além das frutas, também levei barras de cerais e um mix de cereais. Sobre a água mineral, levei 01 garrafa de 01 litro e 01 garrafa de 500 ml. Durante todos os dias de caminhada repeti a dosagem de água e deu super certo (1,5l de água por dia de caminhada). Lembrando que nas casas dos moradores temos a opção de adquirir água para reabastecer.

 

Para fazer essa travessia é preciso uma preparação física intensa?

Afirmo que quanto mais preparado fisicamente, melhor será sua caminhada. Quem me conhece sabe que não sou o perfil de pessoa com porte físico de atleta. No meu caso, iniciei um treino simples de aeróbico (caminhadas, pedaladas) e musculação durante 03 meses a fim de melhorar o condicionamento. Durante o segundo dia senti uma dor muscular em uma das panturrilhas e claramente era cansaço muscular. Por isso, cuidar da saúde nunca é demais. Uma preparação física é recomendável e levar relaxante muscular também é válido.

 

O passeio

 

Trekking dia 1 - Cachoeira do Bonzinho até Baixa Grande (17 km)

Como falei inicialmente, meu objetivo era curtir ao máximo o trajeto e por isso, tomamos uma decisão de iniciar o primeiro dia a 01h da madrugada. Por que isso? Pensem comigo, eu estava sem pressa, a noite era de céu estrelado, zero nuvem, lua crescente e meu super guia falou "tu vai te amarrar. É massa!"

Tomamos um carro em Atins até a cachoeira do Bonzinho num trajeto de aproximadamente 30 minutos e partimos daquele ponto. Inicialmente meu sentimento eram as preocupações das perguntas (fome, sede, cansaço, peso da mochila...), mas aos poucos fui ajustando o passo, colocando o ritmo adequado, conversando com o guia sobre as curiosidades do trekking, e em 20 minutos comecei a perceber que estava no meio de uma experiência incrível na natureza.

Tive a sensação que a caminhada a noite flui mais rápida, talvez por não termos tanta visibilidade das paisagens ou por ter um céu tão estrelado que nos ajuda a entrar em êxtase com aquele momento. Após 1h30 de caminhada paramos para um lanche e aproveitei para apreciar o céu em uma duna bem alta. Fiquei ali por 30 minutos e por incrível que pareça, dormi. Isso mesmo, dormi no meio da areia com a mochila apoiando minha cabeça. Agora me respondam: quando eu teria a oportunidade de dormir as 3h da madrugada no meio dos Lençóis Maranhenses? Coisas do trekking! 40 minutos após o cochilo, o guia me indicou que deveríamos chegar a uma determinada duna, pois as 05h20 poderíamos assistir o nascer do sol. Parabéns ao Nonato! Que momento mágico é o nascer desse sol. Um mix de cores laranja, amarelo, cinza com pontos brancos das estrelas num horizonte infinito. Salva de palmas para essa escultura da natureza!

 

Pelas contas do guia, já haviamos caminhado praticamente a metade dos 17 km e até umas 9h da manhã chegaríamos a Baixa Grande.  A continuidade da caminhada com as primeiras luzes do dia é energizante com a presença de gaivotas para nos saudar, lagoas e um deserto infinito de dunas com areias brancas e finas. O curioso é que no meio do nada surge uma vegetação rasteira com arbustos e alagados, é o sinal que estamos chegando a Baixa Grande.

A estadia se deu na casa de dona Loza, figura amável que reside na região há anos e tem uma boa estrutura de quartos e varanda com redes para receber turistas do mundo inteiro. Nossa recepção foi com chuveiro a céu aberto, café da manhã com ovo de galinha caipira, tapioca e uma café bem quentinho. Tive o prazer de passar o dia com a família da dona Loza e ouvir os "causos" de alguém que poderia escrever um livro sobre sua vida feliz naquele local. No final da tarde, sua família preparou uma fogueira para assar castanhas de caju acompanhada da tiquira (cachaça tradicional de mandioca) com um lindo do pôr do sol ao fundo.

 

Pela noite nos preparamos para dormir cedo, pois nossa caminhada recomeçaria as 04h da manhã. Dormimos em uma rede na varanda bem confortável e tranquila.

 

Trekking dia 2 - Baixa Grande até Queimada dos Britos (12 km)

04h da manhã e o guia já acelerou o passo rumo a Queimada dos Britos. O caminho era menor que o primeiro dia, por isso fizemos algumas paradas para registrar fotos e curtir o cenário. Durante a caminhada entendi o motivo dos órgãos ambientais não permitirem o acesso de veículos motorizados em alguns pontos do parque nacional, pois é muito comum ninhos de gaivotas e outros pássaros nas areais das dunas, assim como a presença da tartagura pininga.


Há um mix de paisagens durante essa parte da caminhada. Lagoas com águas com coloração laranja na beira e azul no meio, galhos de árvores que provavelmente foram engolidas pelas areais que se movimentaram ao longo dos anos, e a linda lagoa do Piador. Pausa para curtir essa lagoa. Imensa, profunda, verde, azul, quente, tudo que se pode pensar que representa a perfeição da obra de Deus. Ficamos ali por quase 1h30 apreciando a lagoa.

A chegada ao destino final se deu por volta das 9h30 e nos hospedamos na casa do Sr Bargado, pescador e líder de sua família. O oásis Queimada dos Britos leva esse nome pois seu primeiro morador chamava Manuel Brito. Hoje todos os moradores do oásis levam o sobrenome Brito e é um local que merece a visita pela sua singularidade, belezas naturais e conversas com os nativos da região.

Durante a noite pude conversar por horas com alguns moradores que vinham de uma pescaria e trouxeram aproximadamente 30 kg de peixe do mar que fica a 02 horas de distância a pé. O que mais gostei de queimada dos britos? Da rede debaixo de uma árvore na beira do rio que passa ao fundo da casa do Sr Bargado  =)

 

Trekking dia 3 - Queimada dos Britos até Lagoa do Junco (16 km)

Estava muito animado para saber quais surpresas teriam no ultima parte da viagem, pois diziam que as lagoas mais bonitas se concentram na região próximo a Santo Amaro. Saímos as 03h30 da manhã para uma caminhada de duração prevista de 6 a 7 horas. Em todos esses dias passei a valorizar o nascer do sol tanto quanto o pôr do sol, e mais uma vez, após 1h30 de caminhada nos deparamos com uma nascer do sol do alto de uma duna se misturando a com a vegetaçao do oásis. Memorável!

A quantidade de lagoas nessa terceira parte do trajeto é realmente impressionante. Há dunas com formatos de coração, lua, paisagens para todos os tipos e gostos. Paramos para tomar um café as 06h30 na beira de uma lagoa e ali decidir nadar por um tempo para relaxar e curtir ao máximo as horas restantes até a chegada na lagoa do junco em Santo Amaro. É incansável caminhar no meio de tanta beleza.

Por volta das 09h40 avistamos nossa linda lagoa do Junco. Não poderia haver local melhor para concluir essa viagem. A lagoa é explendida, pois sua agua é verde, e ao mergulhar é límpida e transparente. O caribe brasileiro de lagoas.

É hora de se despedir desse cenário e agradecer por ter a oportunidade de estar compartilhando essa experiência.

 

 

Minhas principais dicas para usufruir ao máximo dessa experiência:

. Não se preocupe com o tempo, pois o melhor de tudo é curtir o caminho. Por que chegar logo?

. A areia não é quente, logo você pode fazer o passeio a pé sentindo a areia

. Nos oásis, dentro Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, onde dormimos as pessoas são amáveis. Invista tempo para conhecer suas histórias

. O super guia Nonato fez toda diferença ao indicar as melhores lagoas, pontos de parada, hospedagem. Busquem um bom guia

. Aproveite o momento para refletir sobre a vida, replanejar, fazer um balanço da sua vida. Refresque a mente!

. Partir de Atins é mais interessante, pois o percurso vai ficando mais bonito a medida que se aproxima de Santo Amaro. Além disso, é uma caminhada a favor do vento.

. As lagoas cheias moldam um cenário que vale a pena, por isso é importante aproveitar o período adequado (Maio até Setembro).

 

Se jogue e aproveite!

Saulo Prazeres

dez/2020

LENÇÓIS MARANHENSES

A areia branca e fina marca o paradisíaco caminho percorrido pelos viajantes em meio ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. As lagoas de água doce entre as dunas formam um cenário único em todo o mundo e é impossível não se emocionar ao chegar no topo da paisagem e ver a imensidão dos Lençóis Maranhenses. O bom é que, a cada nova porção de água entre as dunas, a sensação de estar no paraíso se repete. E melhor ainda é saber que são centenas de lagoas, em tons de azul e verde, capazes de fazer todo viajante feliz!

Os Lençóis Maranhenses, localizados no noroeste do Maranhão e a 250 km da capital São Luís, atraem turistas de todo o mundo em busca do fenômeno único das lagoas interdunares à beira-mar. Contudo, é preciso estar atento ao calendário para ver o fenômeno das lagoas em meio às dunas. A alta temporada dos Lençóis Maranhenses acontece durante e logo após as chuvas, especialmente entre os meses de abril e agosto. No auge da seca, de outubro a dezembro, quase todas as lagoas desaparecem e a paisagem, cheia de porções de água, se transforma em um imenso deserto. A verdade, entretanto, é que os Lençóis Maranhenses são lindos durante todo o ano, tendo ou não lagoas cheias.

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O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses ocupa uma área de 155 mil hectares e é considerado o maior parque de dunas do Brasil. A área protegida é enorme, porém a região dos Lençóis Maranhenses é ainda maior que o Parque Nacional. Entre os passeios mais procurados por lá estão o Circuito da Lagoa Azul, o Circuito da Lagoa Bonita, a visita à Lagoa das Emendadas e ao Canto de Atins. E nem só de lagoas vive o turismo por lá. Quem visitar os Lençóis Maranhenses poderá investir em dias na praia do Caburé e em Atins, em passeios pelo Rio Preguiças e Rio Formiga e até na prática de kitesurfe, que anda crescendo muito na região. Tudo envolvendo percursos em veículos 4x4, lindas paisagens, águas transparentes e areia sempre fina e muito branca. E como se não bastasse, ainda é possível apreciar a imensidão dos Lençóis Maranhenses em um sobrevoo. Experiência inesquecível!

Santo-amaro-do-maranhao

Quem visita os Lençóis Maranhenses conta com três bases principais para fazer os passeios pela região: Barreirinhas, Santo Amaro e Atins. E o ideal, para ver boa parte do Parque Nacional, é hospedar-se nas três. Quem desejar ir ainda mais fundo na experiência poderá investir na travessia a pé por dentro do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. Essa rota, que leva de três a cinco dias, é sonho de consumo de muitos aventureiros e certamente a melhor e mais intensa maneira de viver o lugar.

Nenhuma paisagem no mundo se compara aos Lençóis Maranhenses. Só isso já é motivo suficiente para visitar a região. Entretanto, independentemente de ser um cenário único, os Lençóis Maranhenses conquistam a todos os turistas pela intensa imersão em pura beleza. E para ter certeza disso, basta assistir a um pôr do sol no alto das dunas ou dentro de uma das lagoas. Não será difícil cair de amores pelo destino. Acontece com todo o mundo.

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Está com viagem marcada para os Lençóis Maranhenses ou ficou com vontade de conhecer esse paraíso? Para conhecer bem a região, você precisará de dez dias, mas até mesmo um bate e volta a partir de São Luís já vale a pena para curtir essa maravilha do nordeste brasileiro.

 

FONTE: https://guia.melhoresdestinos.com.br/lencois-maranhenses-220-c.html