Contato

Estamos a disposição, responderemos
assim que possível
Contato

Em uma postagem recente, o Portal Terra contou um pouco sobre um dos destinos mais badalados do Brasil, os Lençóis Maranhenses.

Na publicação, a Vila Aty foi mencionada com uma das melhores hospedagens para se ter uma melhor experiência neste lugar paradisíaco.

Confira: 8 segredos do destino dos famosos no Brasil; confira (terra.com.br)

Uma viagem a dois pode ajudar a alimentar o amor? Silmara Victal, que visitou o Maranhão este mês para comemorar seus 29 anos de casada, afirma que sim. “Todo ano fazemos uma viagem onde celebramos nossa união. Sempre acreditei que todo casal deva celebrar em um local longe de toda a rotina para manter e nutrir essa conexão”, defende.

O tempo de matrimônio de Silmara é mais do que o dobro da média nacional. De acordo com o levantamento mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre casamentos e divórcios no país, divulgado em fevereiro deste ano, o tempo médio de duração de casamentos foi de 13 anos em 2021.

Silmara e o marido, Marcos Teixeira, são de São Paulo e estiveram no Maranhão pela primeira vez. O itinerário da viagem contemplou a capital São Luís, a região mais central de Barreirinhas e o povoado Atins, destino onde decidiram investir um pouco mais de tempo por indicação de amigos.

Marcos e Silmara, turistas de São Paulo, celebraram bodas de erva nos Lençóis Maranhenses (Foto: Arquivo Pessoal)

“Nos surpreendeu ter encontrado hotéis bem estruturados e restaurantes bem charmosos de uma culinária muito saborosa e elaborada. Voltaríamos com certeza e até com meus filhos”, comenta a paulista sobre o vilarejo.

Atins é um lugar muito procurado por casais. Segundo dados obtidos através do Booking, uma das principais plataformas de reserva de hospedagens do mundo, mais de 60% das pessoas que buscam por hospedagem no vilarejo planejam viajar em casal.

Saulo Prazeres, sócio-administrador do hotel Vila Aty, que recebe casais e famílias em Atins, destaca alguns hábitos de consumo desse público.

“Além de visitar os Lençóis Maranhenses, curtir a praia de Atins e ter momentos de esporte e lazer na região, casais também procuram por uma boa infraestrutura hoteleira para usufruir de dias de descanso. Eles desejam experiências personalizadas, bom atendimento e boa culinária. Alguns exemplos de experiências procuradas por esse público são o pôr do sol nas dunas, jantares especiais e serviço de recepção romântica no quarto”, conta o empresário.

Silmara, com a bagagem de quem já celebra o relacionamento viajando há quase 30 anos, opina sobre o que não pode faltar em uma viagem de comemoração das bodas de casamento:

“Sossego e conforto. Não buscamos luxo, mas gostamos de lugares charmosos, que permitem que tenhamos contato direto com a natureza, e, ao mesmo tempo, os recursos necessários para aproveitá-los”.

Bodas

Não apenas grandes marcos, como 25 ou 50 anos de matrimônio, possuem designação específica — nos casos citados, seriam bodas de prata e de ouro, respectivamente. Cada ano da união também tem o seu próprio nome. Silmara, por exemplo, comemorou bodas de erva.

Confira abaixo lista de bodas de casamento que vai de um ano até um século de matrimônio, segundo a revista iCasei.

1 ano de casados – Bodas de Papel
2 anos de casados – Bodas de Algodão
3 anos de casados – Bodas de Couro ou Trigo
4 anos de casados – Bodas de Flores ou Frutas
5 anos de casados – Bodas de Madeira ou Ferro
6 anos de casados – Bodas de Açúcar ou Perfume
7 anos de casados – Bodas de Latão ou Lã
8 anos de casados – Bodas de Barro ou Papoula
9 anos de casados – Bodas de Cerâmica ou Vime
10 anos de casados – Bodas de Estanho ou Zinco
11 anos de casados– Bodas de Aço
12 anos de casados – Bodas de Seda ou Ônix
13 anos de casados – Bodas de Linho ou Renda
14 anos de casados – Bodas de Marfim
15 anos de casados – Bodas de Cristal
16 anos de casados – Bodas de Safira ou Turmalina
17 anos de casados – Bodas de Rosa
18 anos de casados – Bodas de Turquesa
19 anos de casados – Bodas de Cretone ou Água Marinha
20 anos de casados – Bodas de Porcelana
21 anos de casados – Bodas de Zircão
22 anos de casados – Bodas de Louça
23 anos de casados – Bodas de Palha
24 anos de casados – Bodas de Opala
25 anos de casados – Bodas de Prata
26 anos de casados – Bodas de Alexandrita
27 anos de casados – Bodas de Crisoprázio
28 anos de casados – Bodas de Hematita
29 anos de casados – Bodas de Erva
30 anos de casados – Bodas de Pérola
31 anos de casados – Bodas de Nácar
32 anos de casados – Bodas de Pinho
33 anos de casados – Bodas de Crizo
34 anos de casados – Bodas de Oliveira
35 anos de casados – Bodas de Coral
36 anos de casados – Bodas de Cedro
37 anos de casados – Bodas de Aventurina
38 anos de casados – Bodas de Carvalho
39 anos de casados – Bodas de Mármore
40 anos de casados – Bodas de Esmeralda
41 anos de casados – Bodas de Seda
42 anos de casados – Bodas de Prata Dourada
43 anos de casados – Bodas de Azeviche
44 anos de casados – Bodas de Carbonato
45 anos de casados – Bodas de Rubi
46 anos de casados – Bodas de Alabastro
47 anos de casados – Bodas de Jaspe
48 anos de casados – Bodas de Granito
49 anos de casados – Bodas de Heliotrópio
50 anos de casados – Bodas de Ouro
51 anos de casados – Bodas de Bronze
52 anos de casados – Bodas de Argila
53 anos de casados – Bodas de Antimônio
54 anos de casados – Bodas de Níquel
55 anos de casados – Bodas de Ametista
56 anos de casados – Bodas de Malaquita
57 anos de casados – Bodas de Lápis Lázuli
58 anos de casados – Bodas de Vidro
59 anos de casados – Bodas de Cereja
60 anos de casados – Bodas de Diamante ou de Jade
61 anos de casados – Bodas de Cobre
62 anos de casados – Bodas de Alecrim ou de Telurita
63 anos de casados – Bodas de Sândalo ou de Lilás
64 anos de casados – Bodas de Fabulita
65 anos de casados – Bodas de Pérola Negra
66 anos de casados – Bodas de Ébano
67 anos de casados – Bodas de Neve
68 anos de casados – Bodas de Chumbo
69 anos de casados – Bodas de Mercúrio
70 anos de casados – Bodas de Vinho
71 anos de casados – Bodas de Zinco
72 anos de casados – Bodas de Aveia
73 anos de casados – Bodas de Manjerona
74 anos de casados – Bodas de Macieira
75 anos de casados – Bodas de Brilhante ou Alabastro
76 anos de casados – Bodas de Cipestre
77 anos de casados – Bodas de Alfazema
78 anos de casados – Bodas de Benjoim
79 anos de casados – Bodas de Café
80 anos de casados – Bodas de Nogueira ou Carvalho
81 anos de casados – Bodas de Cacau
82 anos de casados – Bodas de Cravo
83 anos de casados – Bodas de Begônia
84 anos de casados – Bodas de Crisântemo
85 anos de casados – Bodas de Girassol
86 anos de casados – Bodas de Hortênsia
87 anos de casados – Bodas de Nogueira
88 anos de casados – Bodas de Pêra
89 anos de casados – Bodas de Figueira
90 anos de casados – Bodas de Álamo
91 anos de casados – Bodas de Pinheiro
92 anos de casados – Bodas de Salgueiro
93 anos de casados – Bodas de Imbuia
94 anos de casados – Bodas de Palmeira
95 anos de casados – Bodas de Sândalo
96 anos de casados – Bodas de Oliveira
97 anos de casados – Bodas de Abeto
98 anos de casados – Bodas de Pinheiro
99 anos de casados – Bodas de Salgueiro
100 anos de casados – Bodas de Jequitibá

Neste mês de maio, comemoramos o Dia Internacional da Família (15), data que joga luz sobre a importância de cultivar o relacionamento entre os integrantes de uma família, independentemente de sua configuração. E uma maneira divertida de fazer isso é realizar uma viagem em família.

Em novembro, Kadi visitou o Parque Nacional com o marido e o filho, onde conseguiram desfrutar do banho nas lagoas – Foto: Arquivo Pessoal

De acordo com a psicóloga Josane Lima, especialista em terapia analítico-comportamental infantil, viver novas aventuras em um local diferente pode favorecer a construção de boas memórias e contribuir para reforçar a conexão entre pais e filhos.

“Famílias que viajam fortalecem seu vínculo e o senso de pertencimento dos pequenos, apresentando o lar como algo que transcende os espaços físicos de convívio”, esclarece.

A experiência tende a gerar desejo e medo nos pais, pois a imprevisibilidade na rotina fora de um ambiente conhecido costuma trazer desafios próprios, comenta Josane. No entanto, esses desafios podem trazer muitos benefícios para as crianças.

“Viajar com os filhos pode ajudá-los a desenvolver uma série de repertórios de novos comportamentos, indo desde o planejamento com ajuda dos pequenos para passeios e afins, passando pela lida com pessoas e vivências novas, desenvolvendo o comportamento exploratório e a criatividade, a autonomia para cuidados do dia a dia que fogem das possibiliddes dos pais, até a habilidade de resolução de pequenos problemas”, explica a psicóloga.

Mesmo as ocasiões em que as coisas não ocorrem como o planejado criam oportunidades de aprendizado. “Pode ser importante para desenvolver a tolerância à frustração”, acrescenta.

Kadi participou de piquenique nas dunas dos Lençóis Maranhenses com sua família e amigos – Foto: Arquivo Pessoal

A estoniana Kadi Pretyman, que vive no Brasil desde 2011, é mãe de um garotinho de dois anos de idade e observa esses ganhos na prática. “É uma experiência incrível para a família, aproxima muito, a criança desenvolve muito durante as viagens, elas aprendem tanto. Acho que é muito enriquecedor viajar com criança, realmente”, avalia.

Ela conta que, antes de o filho nascer, viajava mais e admite que hoje a experiência é diferente, já que a maior parte das viagens que ela realiza atualmente são pensadas para incluir o filho. Para isso, ela pesquisa sobre o destino e os passeios que podem ser feitos com a criança, e leva consigo medicamentos e outros itens que podem ser necessários para o pequeno.

No entanto, nem tudo são flores. Mesmo com todo o planejamento, também há dificuldades. “Na viagem, a gente costuma ficar em um quarto de hotel, um lugar menor, então é sempre um ajuste, fica tudo mais intenso. Mas é muito agradável também ter esses momentos diferentes com as crianças”, ressalta a estoniana.

E, com o tempo, a experiência de viajar em família vai se tornando mais fácil, é o que relata Kadi. “No início, eu ficava apavorada de pegar um voo diurno com o meu filho para o outro lado mundo, para a Europa. Mas tudo passa e sempre tem alguma maneira de contornar esses momentos difícieis”, garante.

Aventura em família nos Lençóis Maranhenses

Em novembro do ano passado, a família de Kadi visitou o vilarejo Atins, localizado no município Barreirinhas (MA), com a família e mais outro casal que tem uma filha pequena. Segundo a estoniana, todos conseguiram aproveitar muito a viagem e as crianças participaram de quase todas as atividades com os adultos.

“Eu acho que Atins é maravilhoso para crianças! Um charme estes bichinhos todos andando soltos lá, burros, vacas, galinhas, pintinhos. As crianças ficaram loucas com tudo isso! A praia é muito boa, porque a água é rasa, não tem onda”, detalha.

Kadi também comenta a experiência de conhecer as famosas lagoas dos Lençóis Maranhenses: “As crianças adoraram! As lagoas foram um grande sucesso”.

De acordo com Saulo Prazeres, sócio-administrador do Vila Aty, hotel situado em Atins, o passeio às lagoas é permitido para bebês que tenham a partir de seis meses de idade.

Partindo do Atins, o trajeto até as primeiras lagoas do circuito leva entre 15 a 20 minutos em veículo 4×4 – Foto: Divulgação/Vila Aty

“A distância entre o vilarejo de Atins e o início das lagoas do Parque Nacional é de aproximadamente 15 a 20 minutos de carro. O caminho exige carro 4×4, mas um bom motorista garantirá o melhor percurso. Ao chegar nas lagoas e dunas, podem ocorrer ventos fortes e muito sol, por isso recomendamos proteção. No mais, é só tranquilidade”, orienta o empresário.

Outra dica compartilhada por Saulo para quem quer ir a Atins com criança é quanto ao meio de transporte escolhido para chegar ao vilarejo. “A partir da região mais central de Barreirinhas, o trajeto até o povoado pode ser realizado em lancha ou em veículo 4×4, mas a nossa recomendação é optar pela lancha. O percurso de lancha dura menos tempo, em torno de uma hora, e tende a ser com águas calmas”, diz.

Um levantamento divulgado pelo Observatório do Turismo do Maranhão mostrou o sucesso do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses entre usuários do Instagram, rede social de compartilhamento de fotos e vídeos.

De acordo com o Boletim do Turismo referente ao primeiro trimestre de 2023, os Lençóis e outros dois atrativos maranhenses com paisagem alcançaram, juntos, o percentual mais alto de publicações realizadas nos meses de janeiro a março na plataforma, utilizando os marcadores #maranhãodeencantos, #meumaranhao e #materradeencantos.

A gaúcha Bertha Anziliero, que aproveitou o feriado do Dia do Trabalho para conhecer o Parque Nacional com o namorado e amigos em uma viagem de seis dias, é só elogios ao destino. "Lugar mais lindo que já conheci! Em questão de beleza natural, nunca vi nada igual", avalia a turista.

A expectativa para ver de perto as dunas e lagoas dos Lençóis era alta, e a experiência não decepcionou. "Não choveu nem um dia e as lagoas estavam cheias. Foi perfeito! Água limpa e quente", detalha.

Ainda segundo o documento produzido pelo Observatório, as localidades que mais apareceram na pesquisa foram Barreirinhas, a capital São Luís — com o Centro Histórico e a Praia do Calhau — e o vilarejo Atins, que figura na listagem pela primeira vez desde que o boletim passou a ser publicado, no início do ano passado.

O povoado, situado no município Barreirinhas, é uma das principais portas de entrada para os Lençóis Maranhenses, e foi a escolha do paulista Dante Mazzoco para explorar a região pela primeira vez ao lado da esposa, durante o último feriado. "Um amigo nosso se hospedou em Atins e disse que era mais afastado, mais roots e autêntico", conta.

Atins também pode ser uma boa escolha para quem deseja ficar mais perto do Parque. "O vilarejo possui localização estratégica para conhecer os Lençóis, ficando a apenas 2,5 km de distância do início das dunas e lagoas", esclarece Saulo Prazeres, sócio-administrador do Vila Aty Lodge, hospedagem situada no povoado.

A partir de Atins, Dante visitou a Lagoa Bonita, a Lagoa Azul e também o Canto de Atins. Sobre o destino turístico, ele resume: "Lugar incrível que mistura praias, selva, dunas e lagoas. É muito impressionante a mistura de natureza que existe nesse lugar".

Já a mineira Michele Silva, que também escolheu Atins como base, optou por desbravar a região de uma maneira diferente. O que motivou a viagem foi realizar um trekking pelo Parque Nacional dos Lençóis, que permite conhecer lagoas que só são visitadas durante a caminhada.

"As lagoas são maravilhosas, cada uma com suas belezas. Adorei vir em maio, na baixa temporada. Não peguei nenhum dia de chuva e a minha viagem foi perfeita", afirma a turista.

O empresário Saulo Prazeres também recomenda o trekking em meio às dunas, mas alerta para a necessidade de o percurso ser realizado sob a supervisão de guias.

"É uma das travessias mais deslumbrantes e únicas da América do Sul. O roteiro mínimo é de três dias de caminhada, podendo se estender a até dez dias caso os viajantes queiram uma aventura mais longa, e precisa contar com o suporte de pessoas habilitadas para isso. No trajeto, os visitantes podem dormir em redários na casa de habitantes que moram nos Lençóis", explica Prazeres.

Lençóis

Com 155 mil hectares, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses é um dos destinos turísticos mais singulares do país. O lugar é apontado pelo The New York Times, um dos jornais mais reconhecidos do mundo, como um dos 52 destinos para conhecer em 2023, integrando uma lista seleta que contemplou apenas duas localidades brasileiras. Aparecendo na 11ª posição, ele é descrito pelo periódico como "antídoto contra a sensação claustrofóbica da era Covid".

Ir ou voltar de Barreirinhas em voo comercial pode ser um dos pontos altos de uma viagem pela região dos Lençóis Maranhenses. Isso porque o trecho entre a capital São Luís e o município possibilita uma visão panorâmica do Parque Nacional. Os voos são oferecidos pela Azul Conecta, companhia subsidiária da Azul, e ocorrem às quartas, sextas e domingos.

“Esse voo deveria entrar na lista dos top 10 voos para se fazer antes de morrer. É realmente uma experiência inesquecível. Apesar de fazer esse voo todos os meses, a sensação é a de ser o primeiro, pois nunca, de verdade, é o mesmo Parque”, avalia o consultor Léo Marques, que viaja para Barreirinhas com frequência devido ao trabalho.

(Foto: Divulgação)

Além da paisagem deslumbrante, outra vantagem é a redução do tempo de deslocamento. Pelo ar, a viagem dura uma hora ou menos. Por terra, leva quatro horas, em média, dependendo do tipo de transporte, que pode ser carro, van ou ônibus de linha.

“Para mim, é uma economia de tempo. Quando faço essa viagem através de voo, consigo ser mais produtivo, pois é bem rápido. Em 45 minutos chego em Barreirinhas. Se for de carro, levo pelo menos quatro horas”, revela o consultor.

De acordo com o empresário Saulo Prazeres, sócio-administrador do Vila Aty, hotel localizado no povoado Atins, em Barreirinhas, a maior rapidez no trajeto traz mais comodidade principalmente para quem se hospeda no vilarejo, já que, mesmo após desembarcar no aeroporto do município, ainda é necessário mais um deslocamento pelo rio ou por terra para chegar a Atins.

“Chegando em Barreirinhas, o viajante pode seguir para Atins de lancha, um trajeto que dura mais ou menos uma hora, ou em veículos 4×4, que leva de uma hora e meia a duas horas. Quem vai de avião a Barreirinhas e segue para Atins utilizando outros meios de transporte gasta menos tempo se locomovendo e pode chegar ao vilarejo mais descansado”, detalha Saulo.

(Foto: Divulgação)

Além da opção de lancha compartilhada, também é possível chegar ao povoado em lancha privativa, o que pode tornar o deslocamento em uma experiência mais proveitosa.

“O caminho é cercado pelas belezas naturais do rio Preguiças, dos mangues, dos pássaros, da praia do Caburé. E o nosso serviço de transfer em lancha privativa transforma o percurso em um passeio com paradas em Vassouras e oásis dos pescadores. Indicamos para quem quer mais conforto e otimização do tempo e do trajeto”, recomenda o sócio-administrador do Vila Aty.

Voos

Os voos regulares para Barreirinhas ocorrem às 15h, partindo do Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado, em São Luís. No sentido contrário, a saída acontece às 13h10, do Aeroporto Regional de Barreirinhas.

A Azul Conecta opera com aeronave modelo Cessna Gran Caravan, um turboélice regional monomotor com capacidade para até nove passageiros e dois tripulantes, sem toalete de bordo — o que pode não ser um inconveniente, já que o trajeto é curto.

A subsidiária é a única a oferecer rotas regulares no município. Futuramente, a previsão é que a companhia aérea Gol também passe a operar no local com um voo direto entre São Paulo e Barreirinhas, conforme anunciado pelo Governo do Maranhão em janeiro deste ano.

Rita de Sousa, conhecida como tia Rita, reside no povoado Atins desde 1958 e, em 1999, bem antes do fortalecimento do turismo no local, decidiu alugar um quarto de sua casa para os viajantes, que apareciam em menor quantidade na época. “Eu fui a primeira”, afirma Rita sobre o meio de hospedagem fundado por ela e que, com o aumento gradativo da demanda, cresceu e passou a contar também com agência para realização de passeios na região.

Casada com pescador, ela relata que a pesca deixou de ser o principal trabalho desenvolvido no vilarejo, dando lugar às atividades relacionadas ao turismo. Ela avalia a mudança como positiva e enxerga no movimento turístico um importante fator para o desenvolvimento da região. “A tendência é melhorar a cada dia”, comenta Rita.

Além de criar mais oportunidades para geração de renda, o turismo também foi responsável pelo aumento dos postos de trabalho no povoado. Por outro lado, há escassez de mão de obra local qualificada para exercer funções específicas, o que pode dificultar a inclusão da comunidade local em empreendimentos ligados à cadeia produtiva do turismo.

Segundo o empresário Saulo Prazeres, sócio-administrador do Vila Aty Eco Lodge, em Atins, investir na capacitação das equipes é fundamental para aumentar a empregabilidade de quem vive na região.

“Mais de 90% das pessoas que trabalham no hotel são da região. Algumas delas precisaram aprender do zero devido à falta de conhecimento sobre a atividade que passariam a realizar, por isso investimos muito em treinamentos. E, para além da responsabilidade social, que é um compromisso nosso, é importante para nós e para quem se hospeda conosco a experiência de poder conhecer mais sobre a cultura local diretamente com as pessoas que fazem parte da comunidade”, esclarece o empresário.

Ilton Silva, que trabalha no Vila Aty há mais de dois anos como garçom e barman, conta que já tinha um pouco de conhecimento sobre essas atividades antes de ser contratado pelo hotel, mas pôde se aperfeiçoar com as capacitações promovidas pelo meio de hospedagem.

“O Vila Aty trouxe vários treinamentos. Venho me desenvolvendo bastante em questão de atendimento”, assegura Ilton, que também apontou o aumento das oportunidades de trabalho como o maior ponto positivo do crescimento do turismo em Atins. “A gente não precisa sair daqui para ir para outro lugar trabalhar”, reflete.

Assim como outras práticas sustentáveis — a exemplo das relacionadas a questões ambientais —, a preocupação com o desenvolvimento regional e das comunidades é hoje uma das tônicas em empreendimentos responsáveis. “Temos consciência de que as nossas ações enquanto empresa geram impactos sociais, por isso trabalhamos para fazer com que eles sejam positivos”, afirma Saulo.

Vila Aty

O Vila Aty Eco Lodge é um ponto de contato com a natureza e cultura do povoado Atins (Barreirinhas/MA), oferecendo imersão e experiências para quem deseja relaxar e se aventurar na região dos Lençóis Maranhenses. O hotel dispõe de excelente estrutura, espaço integrado à natureza, equipe composta majoritariamente por pessoas da comunidade local e uma cuidadosa curadoria de atividades pensadas por quem conhece o lugar.

Antes de se consolidar como destino turístico, o vilarejo Atins já era popular entre os praticantes de kitesurf, esporte aquático que permite velejar sem barco, utilizando apenas uma prancha e uma pipa (ou kite, em inglês).

Um dos motivos que fazem o povoado ser considerado um dos melhores lugares do Brasil para o esporte são os ventos fortes e constantes da região.

“É um lugar bem incrível! Acho que todo mundo deveria ir para provar o kite lá, que é uma coisa bem diferente de velejar em outros lugares”, avalia Mikaili Sol, hexacampeã mundial de kitesurf.

A jovem atleta cearense — que cresceu vendo o pai maranhense praticando o esporte — esteve em Atins em setembro de 2020 e, atualmente, se prepara para disputar o circuito mundial da GKA (Global Kitesports Association) na categoria Freestyle.

Os ventos favoráveis, no entanto, não são a única razão pela qual o povoado atrai kitesurfistas profissionais e amadores de várias partes do Brasil e do mundo.

Segundo o empresário Saulo Prazeres, maranhense apaixonado pelo esporte, o local possui ainda outros atributos que o tornam ideal para o kite.

“Quando a maré está baixa, o velejador tem águas rasas e calmas, propícias ao aprendizado. Além disso, há um canal que liga o rio Preguiças ao mar, sendo um atrativo para curtir grandes ondas no mar e também fazer downwind [travessia a favor do vento] com paisagens paradisíacas na região dos Lençóis Maranhenses”, descreve Saulo.

O kitesurf o levou a ter seu primeiro contato com o povoado, há mais de 10 anos, e também foi uma de suas principais motivações para empreender em Atins, fundando o hotel Vila Aty, do qual é sócio-administrador.

“Conheci o vilarejo de Atins em 2009 vindo de uma kitetrip que partiu de Tutoia. Uma chegada ao pôr do sol, a praia estava linda. Foi nesse momento que escolhi Atins para iniciar a jornada no turismo”, relembra o empresário.

Passar o dia na praia de Atins velejando entre o rio e o mar, fazer downwinds de 15 a 25 km partindo da praia do povoado até o Canto do Atins, e o velejo em uma das lagoas dos Lençóis — que é liberada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) para a prática do esporte — são algumas das atividades que Saulo recomenda aos kitesurfistas que estiverem visitando a região.

Ainda de acordo com ele, a melhor época para velejar são os meses de julho a dezembro, quando os ventos ficam mais fortes.

Atins

Situado no município de Barreirinhas (MA), o povoado Atins é uma das principais portas de entrada para conhecer o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses.

Apesar de ser um dos destinos mais remotos e isolados do Maranhão, possui localização estratégica para conhecer o Parque, ficando à distância de apenas 2,5 km do início das dunas e lagoas dos Lençóis.

O acesso a esse local de natureza preservada pode ser feito a partir do centro de Barreirinhas em veículo 4×4, percorrendo trilhas de areia, ou em lancha, pelo rio Preguiças.

Os ventos favoráveis, no entanto, não são a única razão pela qual o povoado atrai kitesurfistas profissionais e amadores de várias partes do Brasil e do mundo. (Foto: Divulgação)

Julho, mês das férias escolares, chegou e, com ele, vem a dúvida sobre como entreter os filhos e também aproveitar ao máximo esse período ao lado deles. Uma boa escolha pode ser viajar em família. Para isso, não é necessário ir muito longe. Atins, vilarejo pé na areia na região dos Lençóis Maranhenses, reúne lagoas e praia com águas calmas em um só lugar.

Situado a pouco mais de 280 km da capital São Luís, Atins é um povoado que pertence ao município de Barreirinhas (MA). Apesar de ser um dos destinos mais remotos do estado, o vilarejo tem localização estratégica para desbravar os Lençóis, já que fica a apenas 2,5 km do início das dunas e lagoas do Parque, e possui ótimas hospedagens e restaurantes.

A partir de São Luís, é necessário percorrer cerca de 260 km até o município de Barreirinhas de carro, ônibus ou van. O trajeto leva, em média, quatro horas para ser percorrido. Também é possível fazer esse trecho em aeronave, com saída do aeroporto de São Luís e chegada ao de Barreirinhas. A viagem dura cerca de uma hora.

O restante do percurso até o povoado pode ser feito em veículo 4×4 por trilha de areia, com duração de uma hora e meia a duas horas, ou em lancha pelo rio Preguiças, transporte que leva aproximadamente uma hora para chegar ao vilarejo. Para quem viaja com crianças, a recomendação é optar pela lancha.

"Além de mais rápido, o trajeto de lancha tende a ser mais tranquilo, com águas calmas. A água pode ficar um pouco mais agitada em alguns trechos, formando pequenas marolas, mas nada que cause preocupação", explica Saulo Prazeres, sócio-administrador de um hotel em Atins, que conhece bem a região.

O empresário também explica que, mesmo que a lancha possua cobertura, há pontos onde o sol pode incidir sobre as pessoas, por isso ele orienta utilizar protetor solar e acessórios que ajudem a bloquear os raios solares.

"Também há bastante vento durante o percurso, por isso pode ser interessante utilizar algum tipo de coberta, como uma toalha, por exemplo, para proteger as crianças da ação do vento", complementa.

Uma dúvida comum nas viagens com os pequenos, de acordo com Saulo, é sobre a idade mínima para fazer os famosos passeios às lagoas do Parque. Ele esclarece que bebês a partir de seis meses podem participar da experiência.

"As lagoas mais próximas de Atins ficam a apenas 15 ou 20 minutos de carro. O caminho exige que o carro possua tração nas quatro rodas, mas um bom motorista vai garantir o melhor percurso. Ao chegar às lagoas e dunas, podem ocorrer ventos fortes e muito sol, por isso recomendamos proteção para a sua criança. No mais, é só tranquilidade", garante.

O vilarejo dispõe ainda de praia muito frequentada por kitesurfistas, que aproveitam a temporada dos ventos para praticar o esporte, e também por outros públicos, incluindo crianças, que podem usufruir de banhos refrescantes e seguros em suas águas calmas.

"É interessante selecionar uma hospedagem próxima à praia do Atins, pois, assim, dá para acessar a praia em poucos minutos, quantas vezes quiser, e também retornar rapidamente ao hotel, caso seja necessário, até mesmo caminhando. Quem preferir ir a pé deve escolher um horário com sol mais ameno, pois a areia fica bem quente", aconselha Saulo.

As ruas de areia do povoado, consideradas um charme à parte pelos turistas, também não são um obstáculo para quem viaja com crianças e precisa se deslocar pelo vilarejo. Dentro de Atins, o transporte é feito em jardineiras (veículos 4×4) e quadriciclos, inclusive na modalidade quadritáxi.

Algumas hospedagens oferecem gratuitamente aos seus clientes esse serviço de deslocamento interno no povoado, e também equipamentos de lazer e atividades de recreação para os pequenos.

"Caso decida viajar com seu bebê ou criança para Atins, leve protetor solar, repelente, camisa UV e medicamentos básicos para uma eventual emergência. Segurança nunca é demais, por isso evite grandes emoções e procure sempre agências autorizadas", finaliza o empresário.

Feriados são a oportunidade perfeita para realizar aquela viagem dos sonhos e fazer isso em família torna tudo ainda mais memorável. Foi pensando nisso que o Vila Aty Eco Lodge, hotel no vilarejo Atins (Barreirinhas/MA), estruturou programação para quem deseja estreitar ainda mais os laços familiares viajando com a criançada no feriado do dia 7 de abril, sexta-feira santa.

“A nossa ideia em privilegiar as crianças nessa programação é proporcionar uma viagem em família na qual os pequenos possam se divertir e interagir com outras crianças, além do contato mais próximo com a natureza que Atins proporciona a todos”, afirma o empresário Saulo Prazeres, sócio-administrador do Vila Aty.

Para o empresário Saulo Prazeres, feriado é um bom momento para ter uma experiência única em família no povoado Atins (Foto: Arquivo pessoal)

O destaque da agenda da Semana Santa são as oficinas infantis que incluirão atividades de desenho e música, desenvolvidas por recreador no sábado (8) à noite e na manhã do domingo de Páscoa (9). Além da programação com as crianças, a noite de sábado também vai contar com um cardápio especial de frutos do mar no jantar, assinado pelo chef Wagner Velasco.

A dica, segundo o empresário, é não deixar para planejar a viagem em cima da hora, pois, assim como em outros feriados, a procura por acomodações em Atins costuma aumentar.

Na noite que antecede o domingo de Páscoa, o Vila Aty vai oferecer cardápio especial de frutos do mar no jantar, além de atividades para as crianças (Foto: Divulgação/Vila Aty)

“Feriados são uma oportunidade para descansar e estar junto das pessoas que amamos. Um bom momento para sair um pouco das telas, deixar a rotina de lado e ter uma experiência única em um destino paradisíaco como Atins. Muita gente também pensa assim, por isso a demanda sobe, então reservar hotel com antecedência é o ideal”, recomenda Saulo.

No ano passado, a ocupação média no Vila Aty em períodos que contemplaram feriados, pontos facultativos ou datas comemorativas como a sexta-feira santa, Corpus Christi (8 de junho), Dia dos Namorados (12 de junho), Independência do Brasil (7 de setembro) e Natal (25 de dezembro) ficou entre 70% e 98%.

Hotel Vila Aty é um ponto de contato com a natureza e cultura de Atins (Foto: Divulgação/Vila Aty)

Atins

O povoado Atins é um local de beleza cênica, com dunas, lagoas e praia. O clima tranquilo de suas ruas de areia são um convite à contemplação da natureza, atraindo turistas de todas as partes do mundo. Apesar de ser um dos destinos mais remotos e isolados do Maranhão, o vilarejo possui localização estratégica para desbravar o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, já que fica a apenas 2,5 km do início das dunas e lagoas dos Lençóis.

Uma boa opção de hospedagem na região é o Vila Aty Eco Lodge, um ponto de contato com a natureza e cultura de Atins que oferece imersão e experiências para quem deseja relaxar e se aventurar. Isso é possível graças à excelente estrutura, espaço integrado à natureza, equipe composta majoritariamente por nativos e uma cuidadosa curadoria de atividades pensadas por quem conhece o lugar.

Para muita gente, carnaval é época de agitar nos bloquinhos, mas também há quem prefira aproveitar o período para curtir lugares e programações mais sossegadas. Se o objetivo for relaxar e curtir a natureza, Atins, povoado de Barreirinhas (MA), pode agradar.

“Para quem quer sossego é perfeito! O lugar é paradisíaco”, afirma Raquel Ferracin, que saiu de Minas Gerais para passar o réveillon em Atins. Segundo ela, uma boa oferta de serviços internos fornecidos pelo meio de hospedagem contribui para a experiência de descanso. “Essas atividades diárias que o próprio hotel proporciona, sabe? Entra em contato, o serviço de transfer, é tudo maravilhoso”, ressalta.

Para atender a essa demanda, empreendimentos de Atins estão preparando atividades especialmente para o período carnavalesco. O Vila Aty Eco Lodge, hotel ecológico e sustentável localizado no povoado, estruturou uma programação que equilibra relaxamento e folia aos hóspedes.

Piquenique no fim da tarde é uma das experiências de conexão com a natureza oferecidas pelo Vila Aty (Foto: Brian Baldrati)

“Na noite de segunda-feira, dia 20 de fevereiro, vamos promover um baile de máscaras com música ao vivo para os nossos hóspedes. Na tarde da segunda-feira, 20, e manhã da terça-feira de carnaval, 21 de fevereiro, vamos oferecer massagem relaxante de cortesia a quem estiver hospedado conosco”, conta Saulo Prazeres, sócio-administrador do Vila Aty.

Ele acrescenta que, dentro das dependências do hotel, é possível realizar o ano inteiro outras experiências que favorecem o relaxamento por proporcionarem maior contato com a natureza, como tomar café da manhã sob o cajueiro, participar de piquenique no fim da tarde ou ter um jantar exclusivo no gazebo — atividades ambientadas no jardim do estabelecimento e organizadas por equipe do hotel mediante solicitação.

E se a ideia for também desbravar a região, o Vila Aty disponibiliza sem custo aos clientes o serviço de transporte para deslocamento interno no vilarejo e empréstimo de material esportivo para a prática de esportes ao ar livre, como vôlei, frescobol e futebol. Outra opção gratuita de lazer é a praia de Atins, distante cerca de 300 metros do hotel.

“Algumas atividades externas recomendadas para os viajantes que buscam tranquilidade são a pescaria com nativos durante o dia, passeio de barco no final da tarde para contemplação da revoada dos guarás e andar a cavalo nas dunas sob o nascer ou pôr do sol. Nesse período do ano, também podem ser visitados o Poço Verde e a Cachoeira do Bonzinho, ótimos locais para banho”, destaca o empresário.

Turistas podem passear pelo povoado utilizando quadriciclos (Foto: Brian Baldrati)

Vila Aty

Premiado pelo Tripadvisor por receber ótimas avaliações e estar entre 10% dos melhores estabelecimentos na plataforma, o Vila Aty Eco Lodge é um ponto de contato com a natureza e cultura de Atins. Com excelente estrutura, espaço integrado à natureza, equipe composta majoritariamente por nativos e uma cuidadosa curadoria de atividades pensadas por quem conhece o lugar, o hotel fornece todo o suporte necessário para que o turista desfrute de tudo o que a região dos Lençóis Maranhenses pode proporcionar.

Podem ser adquiridos junto ao hotel os serviços de transfer privativo entre Barreirinhas e Atins; special welcome no quarto com espumante, frutas e chocolates; massagem relaxante; e passeios personalizados organizados pela Aty Expedições, que conta com lancha confort, quadriciclos e veículo 4×4. Outra comodidade são os serviços de bar e restaurante que funcionam no estabelecimento. Aberto para almoço e jantar, o restaurante traz elementos da cozinha contemporânea e culinária regional.

Mais detalhes

Olá

Clique no botão abaixo para entrar em contato com a Central de Reservas.
Kelly
Consultora de reservas
Chamar no WhatsApp
bubblecross